Sumiço

quarta-feira, abril 15th, 2009

Sim, eu sei, tenho estado sumido daqui. Tenho passado por uma série de coisas, que sim, me tomam tempo. Só que além de tomar tempo, essas coisas tem me feito pensar nas coisas que de fato me importo. Em prioridades da vida. E por um tempo, tenho me sentido bem por estar assim, um pouco mais down, mais no “mundo real”. Mas isso não quer dizer nada além disso. Aos poucos, estarei de volta.

Sobre fatos do software livre, coisas muito boas aconteceram durante o último ano. Diversos dos meus amigos passaram a utilizar softwares livres no Windows, e muitos outros passaram a utilizar Linux com o meu incentivo, como o WagnerGomes que dias atrás me disse estar muito satisfeito com seu Fedora. O caminho que utilizei foi  muito simples: mostrei-os utilizando, expliquei um pouco sobre, sem forçar.Essas são coisas que profissionalmente e pessoalmente me fazem feliz.

Também nos últimos meses, conheci muita gente legal, que faz o mundo do software livre, que almoça ao meu lado, que trabalha na mesma rua, que mora no mesmo bairro e que frequenta os mesmos bares.

Tive a oportunidade de traduzir o Gajim, um dos programas mais utilizados no meu GNOME. Agradeço ao Junix, pela oportunidade!

É isso…

Sobre

sexta-feira, setembro 19th, 2008

Sobre mim:

Djavan Fagundes

Mineiro de Belo Horizonte;
Graduado em Ciência da Informação pela PUC Minas;
Trabalha atualmente com análise de teste e qualidade de software na Squadra Tecnologia.
Possui conhecimentos em redes e infra estrutura;
Possui interesse em programação com a linguagem Ruby;

Usuário e entusiasta do Linux desde 2005 – Linux Counter #436478

Distribuições Preferidas

* Slackware
* Debian – Atual
* Fedora – Atual
* Ubuntu

Membro do Time Brasileiro de Tradução do GNOME

Onde encontra-se na internet:

* http://dnoway.net
* http://www.flickr.com/people/dnoway/
* http://www.flickr.com/people/dnoway2/
* http://identi.ca/dnoway

Contato:

Jabber/ E-mail: dnoway em gmail ponto com

Sobre inovação, abertura e visão de mercado

sexta-feira, fevereiro 29th, 2008

Renomeando o artigo que Daniel Domeneghetti havia intitulado: API’s, Gates e Pelé.
Muito boa análise!

Ao anunciar a abertura de parte dos APIs de seus produtos, a Microsoft mais uma vez cedeu ao óbvio. Ou evolui, ou sai de cena.

Clayton
Christensen diz que as empresas líderes que se tornam reféns de grandes
clientes, de grandes produtos e de grandes modelos de negócios não
inovam e são banidas do mercado. Quem não inova perde o bonde da
competitividade. A Microsoft encontra-se mais uma vez em uma
encruzilhada estratégica.

Tecnologia é sobre evoluir. Ganhar dinheiro a partir da inovação.
Bill Gates sempre soube ganhar dinheiro, mas nunca foi bom em inovação.

No mundo fechado dos anos 80-90, copiar/comprar o inovador e
colocar o produto mais rapidamente no mercado funcionava. No mundo
aberto, da internet e do intangível, empresas fechadas são bichos mais
atrasados na escala darwinista da evolução corporativa.

Copiar
e/ou comprar está no DNA da Microsoft desde sempre. Não prever ou
reagir lentamente às rupturas também. Primeiro a Xerox com os sistemas
operacionais tipo Windows. Depois o Netscape com os navegadores de
Internet e Linus Torvalds com o Linux. No começo do milênio, seu maior
rival de ego, Steve Jobs, com a revolução “i” do entretenimento online
e, mais recentemente, a pedrada final do Google e os serviços online
gratuitos. Nada disso veio da Microsoft.

A empresa não entende
de cenários e conjunturas; entende de fazer melhor o que já faz. A
Microsoft é boa em incrementar o que faz; e comprar quem ameaça sua
posição, quem faz o que ela não faz, mas precisaria fazer.

Com
sua estratégia fechada-dominante, no mundo fechado dos anos 80-90. A
Microsoft dominou a onda dos sisops (sua vaca leiteira até hoje) e
quase perdeu a onda dos navegadores. Mas conseguiu vencer. Havia fit
entre sua estratégia e o comportamento do mercado.

No mundo
aberto da Internet, era óbvio era que a gigante de Redmond jamais
conseguiria vencer as redes de colaboração e produção compartilhada de
softwares. É bom, é aberto, é barato. Perdeu a hegemonia de boa parte
das categorias de produto, mas acima de tudo perdeu desenvolvedores,
evangelizadores e admiração de muita gente do meio. Brigou enquanto
deu. Gastou energia, dinheiro, prestígio e perdeu.

Gates se
afastou obcecado pelo Google. Quer comprar o Yahoo!. O Yahoo! não quer.
Quer dominar os serviços web. Mais uma vez vai tentar remendar
comprando o que deveria ter enxergado… se fosse uma empresa aberta em
seu DNA.

Mais ou menos como Tyson, Michael Jackson e os próprios
Estados Unidos, a Microsoft paga o preço do domínio. Quem está no topo
não enxerga bem o cenário. Se perde estrategicamente em seu esquema e
decide errado, faz besteira.

Empresas abertas inovam. Empresas fechadas quebram. Essa é a lei da física. Leiam Clemente Nóbrega.

Agora
a convergência móvel assusta. Google, Nokia e mais um bando de empresas
de tecnologia, internet, mídia, telecom e eletroeletrônicos são
concorrentes da Microsoft.

Estamos vivenciando uma guerra por
padrões, mercados, usuários, internautas, consumidores… tudo num
liquidificador só temperado com legislações e regulamentações
diferentes. Tudo muito incerto.

A Microsoft não vai quebrar. Tem
dinheiro e capacidade de reação. A Microsoft pode ser líder em algumas
linhas de produto, mas não vai mais ser hegemônica. Gates se tocou
disso. Gates fez como Pelé. Saiu enquanto era o número 1.

Fonte: IDGNOW

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Ontologia Software Livre

terça-feira, novembro 6th, 2007

Esboço de Ontologia sobre Software Livre

É apenas um esboço feito em um trabalho acadêmico, mas seria bem interessante desenvolver uma ontologia sobre o tema.